quarta-feira, 28 de março de 2018

Anônimo

Amor

"Suas palavras me cortam a pele
E eu sangro
Eu rasgo meus sonhos
Me viro do lado,do avesso
Apago meu rastro
Pago o seu preço

Arranco pedaços de mim
Seus dentes cravados na carne da minha alma
Eu sinto, eu sinto, eu sinto muito

Quando a noite por fim nos cobrir com seu manto
E a sua língua de adaga atravessar meu sonho sem reza
No fundo do poço de tanta tristeza
O sopro que vem dos teus olhos
Vai apagando as velas que nascem em mim
Em mim, de mim, por mim
Eu sinto muito

Em mim, de mim, por mim
Eu sinto muito" 

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